Não há êxitos estrondosos de bilheteira entre os filmes de temática lésbica, gay, bissexual e transgénero (LGBT) exibidos em Portugal nos últimos anos.
Há muito que se especula sobre a nova intriga que Rui Vilhena está a preparar para a TVI. Para lá do elenco de luxo, pouco se deslindou acerca dos contornos da história, cujas gravações arrancaram esta semana e com estreia prevista já em Setembro. Sabe-se que será a pioneira abordagem na ficção nacional de uma personagem que se debaterá com a dualidade de comportar órgãos sexuais de géneros distintos.
Novas aplicações para smartphones, que é como quem diz para o iPhone e o BlackBerry, estão aos poucos a destronar o computador e as tradicionais redes sociais como meio de encontro entre homens. A lógica é a mesma, o objectivo também. Mas, graças à utilização da tecnologia GPS, a pica é toda outra.
“O desporto coletivo em Portugal alimenta a homofobia, este projeto não. É um projeto desportivo que não discrimina ninguém. Não importa a orientação sexual, a cor de pele ou se vive sozinho, com a mãe ou com o gato”, diz sorridente o treinador da equipa maioritariamente composta por homossexuais.
Na sequência da decisão da TVI em não transmitir uma cena, já filmada, de um beijo entre dois homens - personagens da série Morangos com Açucar, algumas associações e colectivos juntaram-se e enviaram uma carta aberta à Direcção da TVI protestando e pedindo outro desfecho - mais feliz, claro!
Junta a tua à nossa voz - vê como!
Um cronista da Newsweek lançou a controvérsia ao afirmar que os actores homossexuais não conseguem representar papéis heterossexuais.
Em conversa intimista, o escritor americano com cidadania portuguesa fala do seu novo romance, acabadinho de escrever, do sonho de fazer uma longa-metragem, do projecto que tem em mãos com Pedro Abrunhosa, da indiferença do Ministério da Cultura pela sua obra, da cidade que escolheu para viver, da «descoberta» da homossexualidade, da reacção dos pais, do desejo de casar este Verão com o seu companheiro de há 31 anos. Tudo pela primeira vez.
Regressando ao cenário original da série, em Los Angeles, ele próprio inspirado pela comunidade onde a criadora reside, em West Hollywood, Ilene Chaiken seleccionou seis mulheres para viverem as suas vidas sob os olhares das câmaras durante nove semanas, a partir do próximo domingo, também no Showtime (não se sabe ainda se vai ser exibido em Portugal).
São cristãos empenhados. Um baptista, o outro adventista. Têm reservas quanto ao termo "casamento", mas defendem as vantagens da nova lei.
A multinacional lançou em França a primeira campanha direccionada ao público homossexual.
«A tradição bíblica no seu conjunto era oposta à homofobia»
Filósofo, especialista de esoterismo e de tradição bíblica, Patrick Négrier publica Contra a homofobia: a homossexualidade na Bíblia , onde responde «aos ataques que foram feitos aos homossexuais pretensamente em nome da Bíblia» e desmonta ponto por ponto a sua utilização homofóbica».
Decorre em Lisboa, de 22 de Abril a 3 de Maio, mais uma edição do Festival IndieLisboa, desta vez nos Cinemas Alvalade, Londres, São Jorge e na Culturgest.
Ao longo do Festival, serão exibidos vários filmes com temática LGBT.
É a nova preciosidade da cinefilia LGBT de massas: Eu Amo-te Phillip Morris, dos realizadores estreantes Glenn Ficarra e John Requa. Chega a Portugal esta quinta-feira, dia 22. Jim Carrey, Ewan McGregor e Rodrigo Santoro são as três estrelas masculinas desta comédia dramática – um êxito na Europa, mas com grandes dificuldades para entrar no circuito comercial americano.
Num contexto em que raramente as figuras públicas falam de si próprias com verdade e objectividade, o livro de Filipa Gonçalves, Obviamente mulher é um testemunho valioso e tocante.
Nascer com o estigma da diferença é sempre doloroso. No caso de Filipa os obstáculos seriam ainda maiores, dado que o seu desafio foi repor a sua verdadeira identidade aos olhos do mundo.
O sétimo Ciclo de Cinema LGBT, organizado pela Rede ex aequo, começa esta sexta-feira, dia 9, com a exibição de Super Adultas (2006), de Christina Rosendahl, às 18.00. Segue-se Nico e Nani (2000), de Cesc Gay, às 21.30. O ciclo decorre até domingo, 11, na cooperativa Crew Hassan (R Portas de Santo Antão, 159). Seis sessões em três dias.
Há quase vinte anos, o sociólogo e crítico de arte Alexandre Melo escrevia: "os portugueses não têm corpo". Falava da forma como os portugueses "não reflectiam" sobre o corpo e sobre a sexualidade. O Ípsilon foi, hoje, à procura desse corpo omisso. E encontrou-o. Falou com artistas plásticos, músicos, performers, actores, bailarinos, cineastas, escritores. É andrógino, é ambíguo. Hoje há homens e mulheres de outra maneira.
Com estreia a 18 de Fevereiro, as salas de cinema recebem um filme centrado numa relação de amor entre dois homens.

i: São portugueses, gays, jogam râguebi e estrearam-se hoje num campeonato
Carta Aberta à TVI - Cancelamento de uma cena de afectividade entre casal de gays,
Indie Lisboa 2010 arranca com vários filmes com temática LGBT
Time Out: Nem todos amam Phillip Morris
Os portugueses já têm corpo e os criadores encontraram-no