Deixe-nos ajudar a mexer os seus músculos solidários e de cidadania. Estão entorpecidos? Num instante recuperam. Não fique quiet@ à espera de um mundo melhor, faça por isso!
Em Portugal e no mundo fora, muitas pessoas e instituições lutam contra injustiças e discriminações várias. Muitas vezes estes caminhos cruzam-se com o nosso, outras partilham a mesma rota. Saiba o que pode fazer (sentad@ ao seu computador ou indo para a rua gritar) por um mundo melhor!
O Departamento de Saúde Reprodutiva e SIDA (DSRS) da Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) atua na área da promoção de uma vida sexual e reprodutiva saudável, da prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e da formação da população nesta área e assim procura, através de campanhas de sensibilização e outras atividades, lutar contra todo o tipo de discriminação.
Uma das atividades que o DSRS pretende realizar neste mandato é a comemoração do Dia Internacional contra a Homofobia e Transfobia, a 17 de maio, com uma campanha de sensibilização contra a discriminação para com diferentes orientações sexuais e a problemática da identidade de género nas Escolas Médicas e Centros Hospitalares Associados e um dos projetos incluidos nesta atividade é a realização de um vídeo inspirado no projeto realizado por estudantes universitários londrinos "Get real".
Neste projeto, os jovens são filmados enquanto falam para o seu “eu” do sétimo ano da escola, inicialmente falando trivialidades da adolescência em tom de brincadeira, mas depois alterando o tom da conversa e questionando o porquê das suas atitudes discrimatórias e a sua falta de consciência do poder das suas palavras e do seu efeito nas pessoas que os rodeavam. Estas histórias tornam-se cada vez mais densas e o espetador começa a aperceber-se que cada um dos jovens tem uma história para contar com que ele se pode identificar.
O objetivo para esta campanha é construir um vídeo em que se transmita este sentimento de se preocuparem com as consequências do seu comportamento tantas vezes considerado banal apenas porque “toda a gente faz assim”.
Para isto é preciso, claro, a ajuda das pessoas que têm histórias para contar pelo que se apela à vossa boa vontade de participar neste projeto pois só com a vossa ajuda conseguimos juntarmo-nos na luta contra esta crise de valores que existe, realmente, mas nas mentes de quem não compreende o direito do indivíduo à sua liberdade.
Procuram-se as mais variadas histórias para conseguirmos que o máximo de jovens se identifique. Portanto, sejas homossexual, heterossexual, bissexual ou transexual, tenhas sido vítima, ator ou espetador de ações de preconceito e discriminação, se tiveres uma mensagem a transmitir aos jovens que estão a crescer e a formar-se agora, contacta-nos para o endereço “saudereprodutiva@anem.pt”.
O Parlamento da Nigéria prepara-se para aprovar uma das mais duras leis homofóbicas do mundo. Essa lei prevê 10 anos de cadeia para gays, lésbicas ou qualquer pessoa que apoie ou defenda a causa LGBT. Se dois homens ou duas mulheres se casam, a pena é de 14 anos.
O Parlamento da Ucrânia está prestes a votar um novo projeto de lei que criminalizará mostrar-se como gay ou lésbica em público. O Presidente Viktor Yanukovych tem o poder de vetar a lei, mas optou pelo silêncio em relação ao crescente sentimento homofóbico.
A Amnistia Internacional tem, nos últimos anos, apoiado a realização das Marchas do Orgulho nos países do Báltico, uma vez que estes eventos continuam a enfrentar grande contestação nestes países.
Sergey Kondrashov, um advogado russo, foi preso por desafiar a lei contra a "propaganda" gay em São Petersburgo. O crime? Levantar um cartaz dizendo que uma amiga da sua família, lésbica, merece os mesmos direitos que Sergey e a sua esposa.
A petição, dirigida ao Primeiro-ministro Vladimir Putin, reclama a condenação da lei antes do julgamento de Sergey, na próxima 2ª feira.
Texto da Petição
PARA: Vladimir Putin, Primeiro Ministro da Federação Russa
Nós, russ@,cidadãos e cidadãs do mundo, pedimos que o Sr. condene a lei inconstitucional de São Petersburgo contra a "propaganda gay" e impeça que esta lei seja adotada em nível federal.
A Rússia é signatária de inúmeros tratados internacionais sobre direitos humanos - incluindo a Convenção Européia dos Direitos Humanos, a qual proíbe terminantemente as medidas sendo implementadas. Pedimos que o Sr. mude o curso desta história, respeitando as obrigações firmadas pela Rússia e fazendo com que todas as acusações contra manifestantes pacíficos sejam retiradas.
Podes assinar a petição aqui.
Mais informações sobre a lei anti-propaganda gay aqui.
Apelo AllOut: Estivemos falando nesta última semana com a nossa colega Sasha - professora e mãe na Rússia. E o que escutamos foi aterrorizante: na quarta-feira os líderes políticos em São Petersburgo vão votar uma nova lei que tornará ilegal falar em público sobre ser gay, lésbica, bissexual ou transgênero.
Sasha e uma ampla coalizão de ativistas estão fazendo tudo o que podem para parar este projeto de lei. Organizaram uma imensa demonstração, apoiando a igualdade e a diversidade sexual, e ainda assim a comunidade internacional ainda não está prestando muita atenção. A Rússia precisa do apoio de todas as pessoas no mundo inteiro, e rápido.
www.allout.org/pt/russia
Por ser uma nação poderosa, a maioria dos líderes mundiais ficaram em silêncio sobre isso. Mas se nós falarmos mais alto agora, vamos chamar a atenção da comunidade internacional para este tema, tornando-o impossível de ser ignorado.
Você levaria 2 minutos para juntar-se a este movimento, neste apelo urgente? Nós vamos entregar várias petições em diversas embaixadas Russas espalhadas pelo mundo, colocando a discussão desta lei no topo da agenda internacional.
www.allout.org/pt/russia
Se esta lei entrar em vigor esta semana em São Petersburgo, ela poderá rapidamente comprometer a liberdade de expressão em toda a Rússia. Moscou, a maior cidade no país, já considera desenvolver e aprovar a mesma lei, abrindo caminho para um assustador cenário em que o projeto será transformado em legislação federal. Nossos colegas na Rússia acreditam que se pararmos este projeto de lei em São Petersburgo podemos " descarrilhar" a idéia de ampliar a lei para todo o país. Muitas pessoas ao redor do mundo têm evitado criticar o partido do Presidente Russo e do Primeiro Ministro, mas o fato é que este mesmo partido elegeu os dois prefeitos de Moscou e São Petersburgo, que por sua vez já apoiaram publicamente a criação deste tipo de legislação.
A Rússia já é um lugar perigoso para viver abertamente como gay, lésbica, bissexual ou trans (LGBT). Os que estavam marchando na Parada Gay em Moscou no ano passado foram brutalmente atacados e presos pela polícia. Se esta lei for aprovada, até conquistas menores, mas importantes e simbólicas, como a parada Gay, festivais culturais e até a distribuição de panfletos com temática LGBT, serão considerados crime.
Momentos como estes reforçam o propósito da All Out em lançar o seu movimento há um ano atrás: mostrando o nosso apoio aos nossos amigos e amigas que estão sendo atacados e discriminados em todo o mundo, dizendo a governos oportunistas que parem de brincar de política com os direitos fundamentais das pessoas.
Por favor assine esse apelo urgente, compartilhe com os seus amigos, e mostre toda a sua solidariedade aos corajosos colegas da Rússia : Coming Out, Side by Side LGBT Film Festival, Russian LGBT- Network , que estão se recusando a ficar calados.
www.allout.org/pt/russia
21 Novembro 2011
Campanha All Out
O mundo está finalmente abrindo os olhos para uma situação horripilante no Equador, onde a população LGBT e grupos de direitos das mulheres estão denunciando há muitos meses a existência de clínicas ilegais no Equador, que estão mantendo em cativeiros mulheres para serem estupradas, torturadas, violentadas e privadas de água e comida, pelas mãos dos chamados "profissionais de saúde ou cuidadores".
O porquê disso? Para curá-las da " doença" que é ser lésbica.
Enquanto o Governo do Equador mostrou ter fechado mais de 30 clínicas nos últimos meses, ativistas afirmam que ainda há mais de 200 clínicas como estas em todo o país, mantendo em cárcere privado centenas de mulheres contra a sua vontade. Muitas pessoas, a maioria mulheres, ainda estão correndo risco.
Por isso a sua voz conta, e muito. Assine aqui e nós vamos entregar esta carta diretamente ao Presidente do Equador, assim como o
Presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, exigindo que estas clínicas ilegais sejam fechadas de uma vez por todas. Se o Presidente Correa, um líder que construiu a rua reputação com base em ideais progressistas, souber que existe uma comunidade internacional que está de olho no Equador, ele tomará uma providência.
www.allout.org/pt/
Estas clínicas que "curam os gays" ainda existem em várias partes do mundo, apesar de não terem nenhum reconhecimento por parte da comunidade psiquiátrica e associações médicas internacionais, tendo estas inclusive afirmado que as clínicas podem prejudicar a saúde das pessoas. Há algumas semanas atrás, uma jovem no Equador disse à imprensa que ficou presa em uma das clínicas por muitos meses, sendo abusada sexualmente e com seguranças jogando água e urinando sobre o seu corpo. Finalmente, com a ajuda da sua mãe, ela foi libertada.
Muitos pais e mães forçam jovens a um regime de "quarentena" nestas perigosas clinicas, mas o fato é que : elas são ilegais. O Equador recentemente aprovou uma constituição progressista que apóia os direitos dos gays, incluindo, uniões civis entre pessoas do mesmo sexo. O país também possui leis robustas para punir a violência contra as mulheres. Mas mesmo com as penalidades previstas em seus códigos, essas perigosas clínicas ainda se mantém.
Ativistas no Equador e os seus parceiros na Change.org tem enviado petições ao Ministro da Saúde para fechar estas clínicas. Mas a responsabilidade para tomar alguma providência também é daquele que foi eleito por meio do voto para que se mantivesse o estado de direito no país - O Presidente Rafael Correa. Assine esta carta urgente ao Presidente Equatoriano, e nós vamos entregá-la diretamente à ele, junto com os nossos parceiros no Equador, exigindo que essas clínicas ilegais sejam fechadas de uma vez por todas! O Presidente Correa precisa saber que a pressão internacional sobre este assunto é notória e crescente, e ignorar o que está acontecendo em seu país não irá resolver o atual problema.
Dona Leda Ozório é mãe de Katia, a gaúcha que conseguiu casar com Leticia, depois de finalmente ganhar esse direito no Superior Tribunal de Justiça do Brasil.
5 de Novembro: Há alguns dias atrás, o Superior Tribunal de Justiça aprovou e reconheceu o casamento entre duas mulheres, Katia e Leticia, duas gaúchas que fizeram história no Brasil.
Leda, a mãe da Katia, compartilhou com a AllOut uma carta emocionante que conta sobre esta vitória. Leia a carta, e se você também concorda com Leda, e acredita que casar com quem se ama não deve ser uma batalha na justiça, assine aqui afirmando que TODA e TODO brasileir@ tem os mesmos direitos que Katia e Leticia.
Eis a carta que Leda mandou:
Prezados amigos,
Meu nome é Leda, sou mãe da Katia, companheira, amiga e parceira de todas as horas da Leticia, as duas meninas (para as mães, elas sempre serão meninas) do Rio Grande do Sul. Elas conseguiram, após anos de tentativas e negativas, o direito de legalizarem sua união, tal como todo casal que constrói um lar em convivência de paz, amor e harmonia.
Deixo público o orgulho que tenho desta filha carinhosa, inteligente, batalhadora, estudiosa, de fibra, que OUSOU este fato no Brasil. Infelizmente, a nossa sociedade é hipócrita. Convive com homens espancando esposas, matando ex-companheiras, mas não aceita pessoas do mesmo sexo convivendo com carinho e afeto. Pra mim, devo dizer: não dá pra entender.
Entramos em conflito ainda com religiosos que se dizem portadores da palavra de Deus e condenam gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. Deus não vê o físico das pessoas, nem cor da pele, religião, sexo ou comprimento do cabelo, mas sim a leveza da alma, a pureza e o amor nos pensamentos das pessoas.
ESTÁ NA HORA DE ACABAR COM PRECONCEITOS!
Leda Ozório
Mãe orgulhosa das suas meninas
PORQUE TOD@S OS BRASILEIR@S MERECEM OS MESMOS DIREITOS DE KATIA E LETICIA
Você não acha que a Leda está certa? Que casar com quem se ama não deve ser uma batalha na justiça?
As palavras da Leda, orgulhosa da vitória da sua filha e gritando pela igualdade LGBT, precisam chegar em cada casa, rua, avenida, rádio, computador e televisão no Brasil.
Faça a palavra da Leda ECOAR assinando aqui, e compartilhando a carta com seus amigos e família.
Você sabia que o PayPal está facilitando a arrecadação de fundos a alguns dos grupos anti-LGBT mais violentos do mundo para financiar suas agendas de ódio?
Um dos grupos que usa o PayPal, “Abiding Truth Ministries”, frequentemente manda seu líder Scott Lively a viagens para construir uma milícia de extremistas dedicados a promover a discriminação contra pessoas LGBT. Logo depois de uma dessas viagens, Lively se gabou de ter jogado uma “bomba nuclear na agenda gay em Uganda”. Poucos dias depois, seus anfitriões naquele país apresentaram o terrível projeto de lei “Matem os Gays”. O PayPal já conta com uma política que proíbe o uso de seus serviços “para atividades que (...) promovam o ódio, a violência, a intolerância racial”, mas grupos como “Abiding Truth Ministries” mais dez outros que encontramos, estão se infiltrando nas brechas. Se um número suficiente de nós levantamos nossas vozes, PayPal fechará as contas desses grupos antes que eles consigam arrecadar um só dólar a mais. Peça ao PayPal que feche essas contas e que acabe com o negócio do ódio: Quando conseguirmos juntar 25 mil assinaturas, vamos apresentar sua exigência diretamente aos executivos do PayPal, pedindo-lhes que fechem as contas e proíbam toda página que promova o ódio contra LGBTs. Através do PayPal, o serviço de pagamento por internet mais popular do planeta, mais de 130 milhões de dólares são movimentados ao redor do mundo a cada dia. Uma razão pela qual PayPal é tão maravilhoso é a possibilidade de organizações de caridade legítimas se expandirem por continentes e arrecadarem doações em moedas nacionais para causas importantes. Nas mãos erradas, porém, essa tecnologia permite que extremistas violentos se aproveitem de seguidores para conseguir apoio financeiro. No passado, quando PayPal foi atacado por processar doações ao grupo de supremacia branca Ku Klux Klan, a companhia fez a coisa certa e os removeu rapidamente. Se o PayPal nos escutar e cancelar essas dez contas, estaremos retirando os fundos de dez dos grupos de ódio mais perigosos e causaremos um grande impacto na luta contra a homofobia em nível internacional. Peça ao PayPal que faça a coisa certa:
Imagine se um dia o Facebook resolvesse apagar de repente sua identidade da rede social – o que você faria? A gente quase sempre acha que é um direito garantido poder criar uma identidade online que reflita quem somos, mas para milhões de pessoas isto não é possível – porque seu gênero não cabe entre as escolhas do Facebook.
De Metis no Nepal a travestis no Brasil, há milhões de pessoas cujas identidades vão além de masculina ou feminina – as duas opções que o Facebook força você a escolher antes de virar membro. Os governos de Nepal, Índia e Paquistão já reconheceram legalmente que gênero vai além de masculino e feminino – assim como o maior competidor do Facebook, o Google.
Se o Facebook fosse uma nação, teria a terceira maior população do mundo. No passado, eles usaram sua influêcia para o bem – reconhecendo parcerias e casamentos de pessoas do mesmo sexo. Você pode perder um minuto para pedir ao Facebook para mudar os quadradinhos e abrir suas portas para pessoas com todas as identidades de gênero? Depois peça a seus amigos e sua família para fazerem o mesmo:
www.allout.org/pt/facebook
O que a gente adora no Facebook é a habilidade de as pessoas criarem e customizarem identidades online que reflitam suas vidas. Quando o assunto é línguas, a gente pode listar virtualmente qualquer uma do mundo ou até mesmo inventar algumas – como a gente poderia mostrar nossa fluência na “Língua do Amor”? Se nossa habilidade para escolher religiões, línguas e interesses é ilimitada, por que o Facebook impõe limites em algo tão essencial quanto o gênero?
Ainda que muitas pessoas trans lutem há muito tempo para ter suas identidades de gênero reconhecidas e respeitadas, nós sabemos que este é um assunto novo para muitos membros da All Out. Então pedimos a 5 membros de nossa comunidade que são impactados pelas políticas do Facebook para contar quem são e por que esta mudança é importante. Você pode conferir suas histórias e assinar a petição aqui:
www.allout.org/pt/facebook
O Facebook é uma das empresas mais poderosas do mundo e pode influenciar centenas de milhões de pessoas. Você pode exigir que o Facebook seja um veículo, não um obstáculo, na luta difícil por reconhecimento e respeito?
www.allout.org/pt/facebook
Obrigado por dar sua opinião para que todos os membros da All Out sejam respeitados pelo que são. Nós agradecemos!
Tudo de bom e All Out,
Aaron, Andre, Erika, Guillaume, Jeremy, Joseph, Nita, Oli, Prerna, Tile, Wesley e o resto do time da All Out
FONTES:
1. Suprema Corte do Paquistão acha mérito em identidade para terceiro gênero
www.thestar.com/news/world/
2. Terceiro gênero ganha identidade própria em votações na Índia
www.edition.cnn.com/2009/
3. Nepal: Terceiro gênero ganha certificado de cidadania
www.thehimalayantimes.com/
4. O problema do gênero no Facebook
www.salon.com/life/broadsheet/
5. Google Plus É Neutro em Gênero
www.advocate.com/News/Daily
ATUALIZAÇÃO: Descobriu-se que, afinal, tudo não passou de uma invenção. Mais informações aqui.
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Na segunda-feira, às 18.00 aproximadamente [hora de Damasco] Amina Arraf, uma blogger sírio-amerciana que tem estado a cobrir os acontecimentos na Síria no seu blo «Uma lésbica em Damasco», ia na rua com uma amiga quando foi raptada por homens armados.
Não se sabe ainda a localização actual de Amina e é incerto se estará numa prisão ou noutro local em Damasco. A sua família está a tentar localizá-la, desesperadamente.
O seu blog tem recebido muita atenção dos media nos últimos meses e tem muitos seguidores, tanto na Síria como noutros pontos do mundo. Amina tem mostrado grande coragem na sua crítica aberta ao regime e repressão e à situação de homossexuais na Síria.
As autoridades sírias há muito que perseguem jornalistas e bloggers e já prenderam muitos desde o início dos protestos, em meados de março.
Grupos de direitos humanos afirmam que mais de 1.200 pessoas foram mortas e pelo menos 10.000 foram presas, incluindo mulheres e crianças, muitas das quais denunciaram situações de maus-tratos e tortura por agentes dos serviços de segurança.
Nós, os abaixo-assinados, exigimos que o regime da Síria liberte imediatamente Amina. Pedimos que quem tenha influência nesta situação aumente os seus esforços para assegurar que seja rapidamente libertada e sem maltrato.
Pedimos que todas as organizações de direitos humanos tanto na Síria como internacionalmente advoguem a sua libertação e a libertação de todos os prisioneiros políticos e dissidentes do país.
[…]
A petição pode ser assinada aqui.
Atualização da situação da Amina no seu blog, aqui.
[Tradução livre]
Dentro de poucas horas, legisladores do Uganda podem votar a favor de lei que condena a homossexualidade à pena capital.
Assina aqui a petição (em inglês), incitando o Presidente Yoweri Museveni a declarar publicamente a intenção de vetar a lei, caso ela passe!
Aconteceu no passado dia 18 de Abril num restaurante McDonalds em Baltimore, nos EUA: Uma mulher transexual utilizou as instalações sanitárias do estabelecimento sendo posteriormente agredida por clientes, à frente quer de outr@s clientes quer de empregades do McDonalds. Estes colaborador€s podem, inclusivamente, ser ouvides a gritar incentivos à violência no vídeo gravado por um responsável pelaloja que assistiu impávido ao ataque... As imagens do vídeo mostram um ataque de grande violência - pode vê-lo aqui.Este vídeo foi, aliás, publicado na internet por colaborador@s da McDonalds, juntamente com comentários do tipo "o espancamento foi justo porque se tratava de um homem vestido de mulher".
Assine a petição que reivindica que as responsabilidades deste ataque sejam apuradas e que todos @s colaborador@s da McDonalds envolvid@s sejam punidos.
Assinar a petição aqui (em inglês)
Tags: transexual violência
O Brasil registra hoje o maior índice de crimes contra transexuais, travestis e homosexuais do mundo. Priscila Brandão foi uma das vítimas mais recentes. E agora, Jean Wyllys, no Parlamento, está recebendo ameaças de morte.
Ativistas no Brasil estão trabalhando com parlamentares para que o projeto de lei Anti-Homofobia (PLC 122) seja aprovado. Por favor peça à Presidente Dilma Rousseff para apoiar a aprovação da lei Anti-Homofobia e por um fim à violencia e discriminação.
(campanha All Out)
Escreve a Steve Jobs, responsável pela Apple, a exigir a retirada da aplicação para IPhone que apregoa a "libertação da homossexualidade através do poder de Jesus Cristo", feita pela Exodus International, uma organização cristã radical norte-americana.
Sabe mais e assina a petição (em inglês) aqui!
O "estupro corretivo", uma prática horrenda de estuprar lésbicas para "curar" a sua sexualidade, se tornou uma crise na África do Sul.
Millicent Gaika foi atada, estrangulada e estuprada repetidamente durante um ataque no ano passado. Ativistas sul-africanas corajosas estão arriscando as suas vidas para garantir que o caso da Millicent desperte mudanças. O seu apelo para o Ministro da Justiça repercutiu tanto que conquistou 140.000 assinaturas, forçando o ministro a responder ao caso em rede nacional.
Se muitos de nós aderirem, conseguiremos amplificar esta campanha, ajudando a conquistar ações governamentais urgentes para acabar com o "estupro corretivo". Vamos exigir que o Presidente Zuma e o Ministro da Justiça condenem publicamente o "estupro corretivo", criminalizem crimes de preconceito e liderem uma guinada crucial contra o estupro e homofobia no país.
Como podes ajudar ao fim desta barbárie?
Enviar e-mail (campanha Avaaz)
27 Janeiro 2011
Brenda Namigadde é uma ativista LGBT ugandesa, que enfrenta a opssibilidade de ser extraditada do Reino Unido para o seu país, o Uganda, onde um outro ativistas dos direitos humanos, David Kato, foi recentemente assassinado.
Envolve-te, envia um e-mail às autoridades britânicas - junt@s podemos impedir Brenda de ser enviada para o Uganda!
Proposta de e-mail e contactos
mayt@parliament.uk
Dear Home Secretary Theresa May,Please halt the impending deportation of Brenda Namigadde (Case Ref 1166867), a Ugandan lesbian scheduled for removal this Friday January 28th. Brenda fled Uganda eight years ago because of persecution for her sexuality, but if forced to return Brenda fears that she’ll be, “tortured, or killed … they've put people like me to death there." The fact that a virulently anti-gay, high ranking member of the Ugandan government has taken note of her case means that Brenda faces clear and present danger if she is returned to Uganda.Last July you told the press, “We have already promised to stop the removal of asylum seekers who have had to leave particular countries because their sexual orientation or gender identification puts them at proven risk of imprisonment, torture or execution.” Please use all of the powers at your disposal to act now to halt Brenda’s deportation.
Thank you,
27 Janeiro 2011
A discriminação de pessoas LGBT é comum em países africanos, onde activistas que defendem os direitos destas pessoas são frequentemente perseguid@s, pres@s, torturad@s.
Envie uma mensagem de encorajamento através da Amnistia Internacional a estes heróis e a estas heroínas!
Tags: Angola Cabo-verde discriminação Guiné Bissau Moçambique movimento LGBT São Tomé e Príncipe
Kiana Firouz é uma cineasta lésbica iraniana cuja candidatura a asilo político foi recusada pelas autoridades britânicas. Se obrigada a voltar ao Irão, e apenas por ser lésbica, terá que enfrentar o pesadelo da prisão e talvez até mesmo ser condenada à morte.
Mas ainda há esperança que o governo do Reino Unido, possa considerar a sua decisão. Junte o seu nome a este apelo! Assine aqui.
A Amnistia Internacional lançou a 28 de Abril uma campanha em apoio da Diretiva Europeia Anti-Discriminação. O alvo desta campanha é o governo alemão, que está neste momento a bloquear a aprovação da Directiva, na véspera do próximo Conselho de Emprego e Assuntos Sociais (EPSCO), a realizar a 7 de Junho de 2010.
Assinar a petição
Tags: discriminação União Europeia