Divulgamos aqui estudos académicos relacionados com a temática LGBT.
Veja se pode colaborar
Mestranda de Psicologia Clínica e da Saúde pela Universidade do Algarve pede colaboração em estudo psicossocial, com o objetivo de apurar os fatores psicossociais implicados no bem-estar das pessoas homossexuais.
Responde e partilha o questionário em seguida, consoante ao teu género:
Assistente social e investigador do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES) do ISCTE-IUL solicita a colaboração de pessoas transgénero (travestis, transexuais, transformistas ou outras), que realizem (ou já tenham realizado) trabalho sexual, para a realização de entrevistas individuais.
Serão abordadas questões sobre a história de vida, a prostituição e os processos de vulnerabilidade vivenciados. A participação é voluntária e absolutamente confidencial. As informações disponibilizadas serão exclusivamente para fins científicos e em momento algum serão objeto de avaliação moral. A entrevista será realizada em local e horário a combinar (de acordo com a preferência d@ participante).
A colaboração neste estudo revela-se de extrema importância para o avanço do conhecimento sobre uma realidade, que em termos científicos, tem sido bastante marginalizada. Dar voz às pessoas transgénero, através da sua participação neste estudo, é fundamental para a construção de políticas sociais inclusivas.
Contactos para o e-mail nelsonalvesramalho@iscte-iul.pt ou através de mensagem de texto para o telemóvel 965 733 413.
Estudante da Faculdade de Psicologia pela Universidade de Lisboa procura participantes para estudo na área da homoparentalidade. Voluntários deverão ser casais de pessoas do mesmo género, com ou sem filhos, preferencialmente com idade superior a 25 anos.

Contactos:
e-mail: marie.ines@gmail.com
telemóvel: 967117113
facebook: http://facebook.com/supersonic.cloud
O meu nome é Luciana, sou estudante da pós-graduação em marketing digital no IPAM e estou neste momento a fazer um estudo acerca do turismo para a comunidade LGBT, comportamentos e hábitos de pessoas da comunidade quando viajam, mais precisamente para Lisboa. Contactei o INE mas não possuem dados estatísticos em relação a isso e os estudos que encontro naweb são brasileiros.
Gostaria de pedir a vossa ajuda – se possível claro – na divulgação dos inquéritos que tenho feito circular dentro e fora de Portugal.
A ideia será posteriormente ter bases para poder fazer um projecto que ajude Portugal a ser um destino gay e que vá de encontro ao que a comunidade procura.
Criei três inquéritos,
Português:
Inglês:
https://docs.google.com/forms/
Espanhol:
https://docs.google.com/forms/
Obrigada pela participação!
Resiliência perante Situações de Violência Social :: Faculdade de Psicologia e de Ciências de Educação da Universidade do Porto
Pedido de colaboração na investigação Resiliência perante Situações de Violência Social.
Esta investigação tem como principais objetivos: conhecer a frequência de algumas experiências de vida, perceber qual o seu impacto e identificar alguns mecanismos que auxiliem os/as jovens a lidar com situações sociais negativas.
Solicita-se a colaboração de qualquer pessoa com idade entre os 18 e 30 anos, no preenchimento do questionário no website: http://www.fpce.up.pt/limesurvey/index.php?sid=56429&lang=pt
Esta investigação está a ser conduzida na Faculdade de Psicologia e de Ciências de Educação da Universidade do Porto e é financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
Para o esclarecimento de qualquer dúvida é favor ontactarem para pdpsi11011@fpce.up.pt
Atendendo às recomendações da Organização Mundial de Saúde relativamente às pessoas LGBT com deficiência física e/ou sensorial e a diversas linhas de orientação mundiais referenciando boas práticas de intervenção junto desta população específica, pretende-se com esta investigação contribuir para o conhecimento aprofundado destas pessoas em Portugal, em termos de caracterização sociodemográfica, assim como, avaliar as suas necessidades, alargadas a dimensões multidimensionais de qualidade de vida: física – percepção sobre a condição física; psicológica – percepção sobre a condição afectiva e cognitiva; social – percepção sobre os relacionamentos sociais e os papéis adoptados; ambiental – percepção sobre aspectos relacionados com o ambiente onde vive.
Assim, paralelamente ao contributo para uma linha de investigação promotora da sensibilidade para a diversidade, organizar-se-á um manual de boas práticas com guidelines para as equipas multidisciplinares que intervém junto destas pessoas e que servirá de base à consolidação de um plano formativo a colocar em prática durante a investigação.
No âmbito de um estudo que pretende caracterizar as experiências de discriminação ou preconceito subtis (micro-agressões) de pessoas Lésbicas, Gays e Bissexuais (LGB) em Portugal, desejamos identificar a presença e frequência de micro-agressões sentidas em contexto de apoio por psicólogos/as, psiquiatras, sexólogos/as, terapeutas familiares ou outros/as profissionais de saúde psicológica. Neste sentido, a Equipa Saúde na Diversidade do ISCTE-IUL/CIS-IUL, coordenada pela Professora Doutora Carla Moleiro, pede a colaboração de pessoas maiores de 18 anos, que se identifiquem como LGB, e que já tenham tido pelo menos uma consulta de 45 minutos com um/a profissional de psicologia, psiquiatria, sexologia ou terapia familiar, preenchendo o questionário online através do link:
docs.google.com/forms/
Encontra-se a decorrer, na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, um estudo sobre experiências de vida de adolescentes e jovens de grupos minoritários.
Quais são os objetivos do estudo?
- Conhecer as experiências de vida de adolescentes e jovens de grupos minoritários
- Perceber como lidam com situações adversas (ex. discriminação)
Porque é importante a colaboração no estudo?
A colaboração no estudo permite:
- Facilitar a construção de uma sociedade mais igualitária e inclusiva
- Dar voz às experiências de adolescentes e jovens de grupos minoritários
- Perceber o que é importante para o seu bem-estar
- A melhoria da intervenção de diversos profissionais da área de saúde e educação
Quem pode colaborar?
Adolescentes e jovens dos 10 aos 20 anos,
- com orientação sexual gay, lésbica ou bissexual
e / ou
- filhos/as de pessoas com orientação sexual gay, lésbica ou bissexual
Como colaborar?
Contactar a investigadora e disponibilizar-se para uma entrevista, ou autorizar a participação do/a seu/sua filho/a.
A entrevista é confidencial e será marcada em local e horário conveniente.
Daniela Freitas
917 494 944
pdpsi11011@fpce.up.pt
nota: dada a frequência com que somo@s contactad@s para divulgarmos este tipo de pedidos, e de forma a melhor protegermos as famílias, tentamos sempre falar com as pessoas antes de os divulgar. Neste caso, a investigadora tem a credibilidade científica e a motivação do conhecimento que nos permite endossar a participação na sua investigação.
A decorrer em 2013.
Data de fim: 15 de Setembro de 2013
Destinado à: Maiores de 18 anos que tenham vivenciado um tipo de violência doméstica (física, psicológica, sexuais, social ou financeira)
A presente investigação visa estudar a grande temática, porém escondida, que é a Violência Doméstica Conjugal. Quando falamos em violência doméstica, uma forma de expressão complexa, polémica e subjectiva, estamos a falar de um acto que visa prejudicar o bem-estar físico/psicológico ou até mesmo a liberdade e o direito a um desenvolvimento natural de um dos membros do agregado familiar. Este tipo de violência não se restringe só ao interior da casa, mas também pode ser cometida fora das “quatro paredes do ambiente familiar”. Por norma o agressor é sempre aquele que detém o “poder” sobre a vítima, pois ele procura sempre atingir os mais fracos por limitações físicas, psicológicas, emocionais, sociais ou até mesmo financeiras.
O objectivo do estudo é estudar as diferenças existentes na Violência Doméstica Conjugal entre os casais heterossexuais e homossexuais. Ver que tipo de violência está mais presente: a física, psicológica, sexual, social ou financeira, e em que tipo de casais se encontra mais. Isto é possível através do preenchimento do seguinte questionário:
https://docs.google.com/forms/
Caso tenha alguma dúvida não hesite em contactar-me por e-mail: a21108450@alunos.ulusofona.PT
Agradeço desde já a sua colaboração,
Manuel Perez
Tese de Mestrado em Psicologia Clínica
O presente estudo está a ser realizado pelo aluno Afonso Arribança, aluno do ISPA – Instituto Universitário e tem como principal objectivo contribuir para uma melhor compreensão da forma como a orientação bissexual se assume como um importante factor regulador da auto-estima e do auto-conceito. Pretendemos, deste modo, avaliar componentes afectivas de relevo, com particular enfoque nas questões emocionais e da sexualidade.
Para a concretização deste trabalho solicitamos a colaboração de homens entre os 17 e os 25 anos de idade e que se identifiquem como bissexuais.
A participação consiste numa entrevista, pessoalmente ou via skype, e o prazo será até Abril.
Os interessados poderão contactar-me através deste email: tesebissexualidade@hotmail.com
Importante ressaltar que, de forma a garantir a confidencialidade dos participantes, os dados da entrevista não terão em vista os nomes dos visados, sendo a entrevista totalmente anónima.
Muito obrigado,
Afonso Arribança
Violência Doméstica em Casais Homossexuais – Trabalho de investigação, pedido de entrevista
O meu projeto de investigação insere-se no contexto da elaboração de uma tese de Mestrado em Psicologia, a realizar na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, e tem como principal objetivo compreender e aprofundar um fenómeno que se assume relevante no panorama moderno - o fenómeno da violência doméstica entre casais do mesmo sexo.
Na minha pesquisa, ambiciono entrevistar pessoas que sejam ou tenham sido vítimas de violência doméstica no contexto de uma relação com uma pessoa do mesmo sexo.
Para tal, peço a colaboração das pessoas que estejam disponíveis para me concederem uma entrevista, no sentido de melhor compreender, na perspectiva dos/as próprios/as, as perceções, emoções e comportamentos envolvidos nestas situações de violência.
Os dados recolhidos na entrevista destinam-se unicamente a fins de investigação científica e serão analisados com absoluta confidencialidade.
Se estiver disponível para colaborar, agradeço que envie um e-mail para: mipsi07025@fpce.up.pt.
Se, no caso de estar disponível, pretender uma confirmação, por escrito, da instituição académica em que me encontro a realizar este trabalho de investigação (FPCEUP), bastará pedir-me.
Obrigado
Maria Rola
mipsi07025@fpce.up.pt
REVISTA EX AEQUO: Apelo a Contributos
A 17 de janeiro 2013, pelas 18h30, na Univ. Lusófona do Campo Grande, terá lugar o Colóquio «Corpo de Deus: género e sexualidade na experiência de fé».
O questionário que se segue está inserido no âmbito da Unidade Curricular de Psicologia Social da Inclusão e Exclusão, do Mestrado Integrado em Psicologia da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.
Após termos feito um levantamento, junto de um público geral, de estereótipos usualmente associados a homossexuais, pretendemos avaliar o grau de verdade, isto é, a correspondência ou não correspondência destes estereótipos à realidade. Por isso mesmo, este questionário destina-se a homens gay, sendo garantida a total confidencialidade e anonimato dos dados em questão.
Por favor, tenha em conta que as afirmações apresentadas não representam de modo algum a opinião das responsáveis deste estudo, apenas são traços estereotípicos apresentados pela maioria da amostra junto da qual recolhemos estereótipos.
Implementação de uma unidade hoteleira direcionado para o público homossexual - Zona Oeste
Pede-se a colaboração no preenchimento de um inquérito destinado a recolher dados que permitam avaliar o sucesso da implementação de uma unidade hoteleira destinada ao público homossexual, na região Oeste, nomeadamente na Praia dos Salgados, concelho da Nazaré.
O turismo é, atualmente, e acima de tudo, uma forma de interação com outras culturas e diferentes realidades, desempenhando, assim, um papel cada vez mais importante na comunicação e entendimento entre diversas culturas onde um dos grandes deveres de cidadania é aceitar a diferença e rejeitar a discriminação, independentemente da sua natureza. ...“Os tabus vão-se desfazendo!”...
Para colaborar, basta aceder ao seguinte link: http://www.encuestafacil.com/RespWeb/Qn.aspx?EID=1382940
Agradecemos, desde já, a vossa participação!
Mestrado em Ciências da Educação
Hugo Santos, investigador e estudante de Mestrado em Ciências da Educação na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação na Universidade do Porto (FPCEUP) encontra-se, de momento, a realizar uma investigação sobre as experiências escolares, as transições para a vida adulta e as práticas culturais de jovens LGBT (lésbica, gay, bissexual e transgénero).
Foi-nos solicitada a divulgação de um trabalho sobre Homossexualidade entre mulheres, por parte de um grupo de estudantes da Escola Superior de Educação de Bragança, curso de Educação Social.
Neste momento, está a decorrer um estudo online intitulado "Funcionamento Sexual em Heterossexuais, Gays e Lésbicas – Fatores cognitivos, afetivos, emocionais e relacionais", integrado no Projeto de Doutoramento em Psicologia da aluna Maria Manuela Peixoto (Universidade de Aveiro), sob a orientação do Professor Doutor Pedro Nobre (Universidade do Porto).
Tese de Mestrado sobre Homossexualidade, Segredo e Família
Pede-se a colaboração no estudo estatístico, de um universo de pelo menos 300 questionários, sobre a homossexualidade.
O preenchimento do questionário não tomará mais de 5 minutos do seu tempo e acredite as suas respostas serão de grande valia para o estudo. Não existem respostas certas nem erradas.
Agradece-se, desde já, a sua colaboração voluntária, atenta e espontânea.O conteúdo deste questionário é totalmente anónimo e confidencial.
O projeto Intimidade e Deficiência: cidadania sexual e reprodutiva de mulheres com deficiência em Portugal é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (PTDC/CS-SOC/118305/2010), e é desenvolvido no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, entre abril de 2012 e março de 2014.(Mais info em: www.ces.uc.pt/projectos/intimidade).
Pouco se sabe sobre hábitos de saúde das mulheres lésbicas/bissexuais/transgénero em Portugal, nomeadamente na área da ginecologia.
Investigação no âmbito do mestrado em Psicologia - Especialização em Psicologia da Educação, Universidade de Évora, orientada pela Prof. Doutora Madalena Melo.
Tem como principal objetivo conhecer os comportamentos dos/as jovens nos diferentes aspetos das relações amorosas e a recolha de dados é feita por meio de questionário.
Turismo e Gestão de Empresas Turísticas :: Universidade Lusófona do Porto
O presente inquérito foi realizado no âmbito da disciplina de “Projecto” do curso de Turismo e Gestão de Empresas Turísticas da Universidade Lusófona do Porto.
Tem como objetivo recolher dados para um estudo sobre o potencial do Turismo LGBT de se afirmar e desenvolver em Portugal que contribuirá para a visibilidade de uma realidade pouco estudada na sociedade portuguesa.
O inquérito encontra-se disponíve aqui.
O anonimato e a confidencialidade dos dados estão absolutamente garantidos. A informação recolhida só será usada para o estudo académico em causa.
Qualquer dúvida ou sugestão, contacte: sugestoes.inqueritolgbt@gmail.com
Obrigada pela colaboração!
No âmbito de um estudo que pretende caracterizar as experiências de discriminação ou preconceito subtis (micro-agressões) de pessoas Lésbicas, Gays e Bissexuais (LGB) em Portugal, desejamos identificar a presença e frequência de micro-agressões sentidas em contexto de apoio por psicólogos/as, psiquiatras, sexólogos/as, terapeutas familiares ou outros/as profissionais de saúde psicológica.
Doutoramento em Psicologia, especialidade de Psicologia Forense :: Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação :: Universidade de Coimbra
O projeto de Doutoramento tem como título provisório A parentalidade numa amostra de homossexuais portugueses: identificação dos padrões de comunicação, vinculação e práticas parentais.
O estudo tem como objetivo a análise exploratória do exercício da parentalidade numa amostra de progenitora/es portuguesa/es com orientação homossexual. Pretende-se, nesta pesquisa, identificar os padrões de comunicação, vinculação e práticas parentais em progenitora/es com orientação homossexual. A sua participação e da/os seu/s filha/os (com idades compreendidas entre os 8 e os 15 anos, inclusive) é fundamental, na medida em que a investigação empírica nesta área é ainda limitada em Portugal.
A recolha de informação compreende a aplicação de entrevistas a pais e mães e a administração de questionários de autorresposta a pais e mães e filha/os.
A participação é voluntária, estando garantida a possibilidade de, em qualquer altura, recusar participar na investigação sem qualquer tipo de consequências. Estão igualmente assegurados o anonimato e a confidencialidade da informação recolhida, que será inserida em bases de dados para tratamento estatístico dos dados globais (ou seja, de todos a/os participantes). A participação da/os filha/os está dependente da autorização dos pais e mães.
Mestrado em Psicologia Clínica :: Faculdade de Psicologia e de Ciências de Educação da Universidade de Coimbra
OBJETIVO: conhecer a opinião de pais gays ou mães lésbicas com filhas/os (crianças, adolescente ou jovens adultas/oss) independentemente do laço filiativo ser biológico, adotivo, social ou outro.
Para participar, convidam-se pais gays e mães lésbicas a preencher um questionário acedendo ao site do estudo.
Todos os dados fornecidos serão codificados de forma a salvaguardar o anonimato e confidencialidade.
Agradece-se desde já a participação e divulgação do presente estudo!
O meu nome é Helena Topa, sou psicóloga e estou a organizar um volume com testemunhos de mulheres que sejam ou tenham sido discriminadas por motivos ligados à sua orientação sexual, isto é, por terem relações amorosas com outras mulheres, quer se identifiquem como lésbicas, bissexuais ou heterossexuais.
Esta recolha de relatos/entrevistas não se destina a um estudo académico. É um projecto que pretende dar voz e visibilidade a estas mulheres, dando a conhecer a um público mais vasto e abrangente, através da publicação em livro.
Para esse efeito, peço-lhe que escreva um testemunho acerca da sua experiência. Pode seguir o guião que apresento, mas este servirá apenas como auxiliar para expor situações e questões que sejam relevantes para si. Pode, assim, acrescentar outras informações ou ideias que não estejam previstas. Pretende-se que seja uma reflexão pessoal acerca de situações que vive (ou viveu), de como as sentiu e que impacto e significado tiveram para si.
Alternativamente, e se preferir ou se for mais conveniente para si, poderei recolher o seu testemunho presencialmente ou por via telefónica, ou ainda através da internet (Messenger, Skype). Para tal, só necessito que mo solicite, para o endereço de e-mail abaixo indicado, e combinaremos a melhor forma de realizar a entrevista.
Esta recolha é anónima e em nenhum momento do seu relato terá de fornecer dados acerca da sua identidade ou de terceiros que não pretenda revelar. Apenas lhe peço alguns elementos (idade, local de residência, orientação sexual), que tem toda a liberdade de fornecer ou não.
Não há limites mínimos ou máximos para o seu testemunho, no caso de enviá-lo por escrito. Pode anexar o seu documento ao e-mail, de preferência (em Word ou pdf), ou escrever o seu depoimento directamente no próprio espaço de mensagem do e-mail, e enviar para o endereço: soslesbifobia@gmail.com
As participantes serão informadas acerca da data de publicação do volume com a reunião de todos os depoimentos.
Muito obrigada pela sua colaboração!
Pedido - Guião
De seguida apresento-lhe alguns dos tópicos que poderão orientá-la na escrita do seu testemunho, podendo seguir a ordem que entender ou acrescentar outros elementos que aqui não estejam previstos:
1. Conteúdo
- episódios/acontecimentos em que se tenha sentido discriminada por manter uma relação amorosa com outra mulher (namorada, companheira).
- comportamentos e atitudes de que tenha sido alvo e que revelem preconceito em relação à orientação sexual (lésbica, bissexual), tais como: insultos, ofensas, julgamento pela aparência física, tratamento diferenciado e que tenham implicado mal-estar, perturbação ou algum tipo de prejuízo na sua vida pessoal.
- situações em que tenha sentido, de algum modo, discriminação por comentários indirectos a outras pessoas ou situações, piadas, ofensas, etc. e que a tenham feito sentir posta em causa na sua orientação sexual.
2. Contextos
- na(s) situação(ões) que relata: O que aconteceu? Com quem estava? Como reagiu? O que sentiu? A quem contou e com quem contou? Recorreu a alguém (ou apresentou queixa)?
- situações/contextos de vida: na família, no trabalho, na escola, entre amigos/as, em ocasiões de lazer, na rua, com desconhecidos, etc.
- momento, na sua história de vida, em que sucederam: infância, adolescência, idade adulta, recentemente, no momento presente? Que impacto/significado tiveram para si?
- Elementos de identificação (facultativo): idade, residência, orientação sexual
- Autorização para publicar o testemunho.
Projeto de Doutoramento em Psicologia na Universidade do Porto assente nas relações amorosas.
O trabalho permitirá compreender e intervir melhor sobre as dificuldades nas vivências em relação.
No âmbito da investigação para a tese de Mestrado em Política Social - área mediação de conflitos- no ISCSP , sobre o tema "Mediação Familiar em Casais do Mesmo Sexo", pede-se o contributo, ao responder ao Questionário anónimo e confidencial, disponível on-line em: http://www.surveymonkey.com/s/DGJPTL5
O Questionário também se encontra disponível para preenchimento no Centro LGBT [Rua de São Lázaro, 88 LISBOA]
Alunas do 4º ano de Licenciatura de Enfermagem (Maria João Martinho, Marta Fernandes e Sara Silva), da Escola Superior de Saúde Ribeiro Sanches.
Este questionário dirige-se a homossexuais, com idade igual ou superior a 18 anos do género masculino, e tem como objectivo aferir as necessidades de informação relativas à saúde sexual. É de toda a conveniência que responda com o máximo de rigor e honestidade, pois só assim será possível avaliar as necessidades específicas deste grupo. Salientando assim, que a sua colaboração é indispensável.
Este inquérito é realizado no âmbito da disciplina de Sociologia de 12º ano.Tem por objectivo fazer um estudo mais aprofundado relativamente à discriminação devido à Orientação Sexual. Este questionário foi adaptado a outro feito à população em geral e tendo em conta as suas respostas.
Denise Filipa Silva, aluna finalista do Mestrado de Psicologia da Educação da Universidade de Évora, pretende realizar um estudo designado: “Divergências e convergências familiares em torno da orientação sexual dos filhos - Um estudo exploratório” no âmbito da dissertação de mestrado, orientada pela Profª Doutora Heldemerina Pires.
O presente estudo pretende abordar alguns aspectos relativos à aceitação da orientação sexual homossexual no seio familiar. Tratando-se de um estudo de carácter exploratório será necessário recorrer ao método da entrevista, como tal, necessita de pais/mães e filhos(as) (entre os 18 e os 30 anos) que estejam dispostos a ser entrevistados (entre 30 a 40 minutos).
A investigadora poderá ser contactada através do e-mail denise.filipa.silva@gmail.com
O estudo “Uma perspetiva sobre os Direitos Humanos das pessoas LGBT em Portugal: identidade e sentimento de pertença dentro da religião” será desenvolvido no âmbito do mestrado de Antropologia – Direitos Humanos e Movimentos Sociais (UNL-FCSH) com o apoio da Prof. Maria Cardeira Silva (orientadora) e Prof. Miguel Vale de Almeida (co-orientador).
No âmbito da Licenciatura de Gerontologia Social, da Escola Superior de Educação João de Deus, está a ser realizado um estudo sobre a Homossexualidade na velhice, procurando saber, nomeadamente, que respostas são dadas a casais do mesmo sexo, ao nível do apoio social e domiciliário, nas suas casas e/ou lares e residências geriátricas.
A aluna finalista que está a desenvolver este estudo apela à participação de casais, que vivam juntos (casados ou união de facto), para a realização de uma entrevista que visa a recolha de testemunhos reais, sendo que a confidencialidade é garantida.
Podem colaborar casais com idades a partir dos 40 anos, quer estejam na situação presente de necessitar de apoio social gerontológico, ou que tenham essa preocupação futura.
Quem quiser contribuir, poderá fazê-lo enviando um mail para o endereço eletrónico: trabalhoejd@gmail.com
Inserido num projecto de Doutoramento em Psicologia na Unidade de Investigação em Psicologia e Saúde (UIPES-ISPA) e Universidade da Beira Interior, o investigador apela à participação de famílias: com um ou dois pais gays (ou bissexuais) e uma ou duas mães lésbicas (ou bissexuais) com filhos com idades compreendidas entre os 5-6 anos e os 18-20 anos (idade escolar) - ou de técnicos, educadores, etc., que trabalhem com estas famílias.
Mais informações e contactos disponíveis neste documento.
Chamo-me Nuno Pinto, sou psicólogo e faço parte de uma equipa de investigação do Centro de Investigação e Intervenção Social, sediado no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.
No âmbito de um estudo sobre identidades transgénero e transexuais, estamos a pedir a colaboração de pessoas transexuais para a realização de entrevistas individuais. O intuito é ouvir as próprias pessoas sobre questões que lhes dizem directamente respeito, contribuindo para um maior enriquecimento do estudo. A participação é voluntária e confidencial, sendo a entrevista realizada em local e horário a combinar (de acordo com as preferências do/a participante). Serão abordadas questões relacionadas com a história de vida e o processo de transição.
A realização de estudos que dão voz às pessoas que historicamente têm sido discriminadas é fundamental para a construção de políticas sociais e de saúde mais inclusivas e responsáveis, e dependem da colaboração voluntária de participantes.
Se quer participar neste estudo, ou simplesmente obter mais informações, contacte-nos através do email nuno.pinto@iscte.pt ou envie SMS para 939093829.
Tags: estudos transexual transgénero