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Palco

14 articles

Bill Onair

Bill Onair deu início à sua actividade enquanto dj em 2011 no 49 ZDB, dedicando-se em exclusivo ao hip-hop e r’n’b. Actualmente move-se pelo disco, soul, house clássico, acid house e algum techno. A coerência do seu percurso foi apenas uma, fazer dançar sem traçar limites entre estilos. Tem mantido uma colaboração regular com o Lux, Rive-Rouge e Bica do Sapato. Promete um set para este arraial emboído na cultura queer do disco, onde Diana Ross ou Sylvester são presença obrigatória.

Mr. Mitsuhirato

Mr. Mitsuhirato tem um longo currículo que fala por si. No BI assina como Hugo Moutinho e a sua participação na música tem história: fundador e co-editor da mítica Mondo Bizarre, serviu de embaixador indie para uma inteira geração de melómanos em Portugal.

Hoje em dia, é label manager da Discotexas, renomeado selo discográfico português, função que partilha com Moullinex e Xinobi. Juntamente com os seus companheiros da Discotexas produz o programa de rádio Forbidden Cuts na Vodafone FM. Dos seus edits e remisturas assinados em nome próprio, é provavelmente o de Django Django que mais pistas incendiou nos últimos tempos. Basta ouvir.

Por detrás do ar sério, dos óculos de massa, da barba farta, Mr. Mitsuhirato faz a sua abordagem de uma forma mais descomprometida do que poderia ao inicio dar a entender. Indie, Disco ou Electrónica. Tudo se mistura para gerar a essencial das premissas: vontade de dançar.

Fado Bicha

O Fado Bicha é um projeto musical e ativista, criado por Lila Fadista e João Caçador, que assumem, respetivamente, a voz e a instrumentação. A criação artística centra-se no fado e bebe inspiração nas histórias de como este acontecia no início do século XIX, cantado em bordéis e tascas duvidosas, expressão livre das angústias do povo, folhetim d@s mais destituíd@s. Usando o fado como ferramenta maleável, o Fado Bicha dá voz e som a narrativas da comunidade LGBTI em Portugal, tão pouco visнíeis. Assume-se como um projeto político de representatividade e questionamento de regras e barreiras, sociais e artísticas.

Fotografia de Ricardo Venâncio Lopes
Ilustração de Ana Filipa Olímpio

Thug Unicorn

A Thug Unicorn nasceu há cerca de 6 anos, quando quatro amigas – que entretanto se tornaram três – se juntaram e resolveram criar uma festa/página do Facebook como uma sátira ao machismo e homofobia no Rap e Hip-Hop, coincidindo com o boom de artistas mais subversivos como Mykki Blanco, Le1f ou Zebra Katz. O Hip-Hop enquanto género e cultura tem-se reinventado graças a artistas como eles que quebram tabus, acolhendo um público cada vez mais diversificado e criando um espaço seguro dentro dessa cultura quer para o público feminino, quer para o público queer.

A Thug Unicorn é uma sátira a todos esses preconceitos, e a sua ambígua definição está perdida algures entre o mundo subversivo da internet e o mediatismo da cultura pop. Aqui, tudo acontece e muda tão rápido quanto o feed do nosso Tumblr. Quem vem a uma Thug Unicorn vem a uma festa anti-dj, onde todos os estilos de música, assim como pessoas, são bem-vindos.

Quem vem a uma Thug Unicorn vai ouvir r’n’b, hip-hop, trap, música pop fofinha, ou até mesmo música electrónica, reggaeton, dancehall ou zouk. Esta é uma noite baseada na experimentação, e a escolha musical é fluída, descomprometida e despretensiosa, sem expectativas nem complexos. Quem vem a uma Thug Unicorn vai-se sentir como numa festa pijama com os seus amigos mais próximos em que estão a rebolar em glitter e a fazer playlists no Youtube.

A Thug Unicorn faz todo o sentido quando nos lembramos que afinal existem pessoas que curtem viajar montadas em unicórnios bad-ass pelo arco-íris, quitadas com montes de bijutaria só porque sim, livres de espírito e cabelos ao vento. Apesar disso, no fundo elas têm corações de chocolate e marshmallow que podem e irão derreter-se sempre que houver calor, suor e mãos no ar.

Violet

Violet é o alter-ego da DJ e produtora lisboeta Inês Coutinho. Para além das suas produções e remixes desde 2012 para editoras como One Eyed Jacks, Cómeme, Paraíso ou Snuff Trax, este ano fundou a sua própria imprint naive, sendo o primeiro lançamento o EP “Togetherness”, um disco jungle-inspired que já chamou a atenção de DJs como Paramida, Jerome Hill and Commix. É também co-fundadora da Rádio Quântica, uma estação de rádio independente online para a qual trata espetáculos e noites no Lux Frágil, a discoteca de todas as discotecas em Lisboa.

Uma visão politicamente saturada da dance music está presente nos seus gestos artísticos, nomeadamente as suas reconhecidas séries de versões de músicas clássicas lançadas no Dia Internacional da Mulher em conjunto com outr@s artistas de outras partes do mundo, cujos lucros foram doados a ONG’s dedicadas à igualdade de género.

Em 2014, a sua cover de “Transition” pelos Underground Resistance foi extensamente aclamada – incluindo pelos criadores da música original. Quando Donatella Versace ouviu “Transition”, pediu a Violet para produzir música para os desfiles de moda da marca nas Semanas da Moda de Paris e Milão do ano passado. Em 2017, reuniu uma equipa ainda maior de artistas e rescreveram “I Need a Freak” pelos Sexual Harassment, “Promised Land” de Joe Smooth e “So Get Up” pelos Underground Sound of Lisbon.

Os DJ sets de Violet criam viagens sónicas que integram o early Chicago house, o Techno abrasivo, sonoridades de mutant jack e as suas próprias produções percussivas e melódicas que a tornaram uma escolha recurrente em discotecas e festivais em toda a Europa. Também organiza as suas próprias festas em Lisboa e Londres: Suspiciously Delicious com Elles e Iona, Summer of Love com a sua equipa de raparigas A.M.O.R., Mina com Photonz e a coletiva Rabbit Hole e Rave Sem Fim por One Eyed Jacks.

Nonstop

Em 2001, a SIC lança o desafio: “se és uma rapariga com mais de 18 anos e se sonhas com uma carreira na música, não faltes ao casting do programa que está a encantar o mundo inteiro!”

Entre mais de mil e duzentas candidatas, Andrea, Fátima, Kátia, Liliana e Rita são escolhidas para formar a girl band vencedora do primeiro programa de caça talentos em Portugal.

Nasce assim o fenómeno Nonstop.

Com o primeiro single, Ao Limite Eu Vou, assinado pela dupla Steelworks (responsáveis pela produção de sucessos das Spice Girls, Bryan Adams e Céline Dion, entre outros), as Popstars portuguesas conquistam o país e os tops de vendas, despertando a atenção de mercados internacionais.

Em 2002, Fátima anuncia a sua saída do grupo; Andrea, Kátia, Liliana e Rita seguem a quatro.

Reinventadas, as Nonstop começam a trabalhar no segundo álbum. Tudo Vai Mudar é editado em 2004, novamente com o selo de qualidade da Steelworks Productions.

Em 2006 o grupo vence o Festival RTP da Canção e representa o Portugal na Eurovisão, em Atenas.

Quase 20 anos depois, as Nonstop continuam a ser uma referência no imaginário pop português e, ao tudo indica, não se ficam por aqui. Afinal, “Nonstop will never let you go!”

https://www.facebook.com/wearenonstop

Deborah Kristal

Fernando Santos, é o Director Artístico do Finalmente. Com um longo percurso artístico é reconhecido como um dos melhores transformistas de sempre e dos mais reputados Transformistas em Portugal – mais conhecido por Deborah Kristal.

Deborah Kristal sobe novamente ao palco do Arraial Lisboa Pride 2018 para com a Sylvia Koonz, vencedora do Miss Drag Lisboa, partilhar um set de glitter e purpurinas.

Sylvia Koonz

Vencedora do concurso Miss Drag Lisboa 2017, Sylvia Koonz venceu por ser divertida, cómica, atual e por ter agarrado os olhos do público através de uma performance com uma histeria que provocou várias gargalhadas e gritos.

Entrou na arte drag/transformista em abril de 2017, tendo então apenas um ano de carreira, mas muito orgulhosa do que já conquistou e estará para conquistar. Define-se como uma “freak queen”, pois durante grande parte da sua vida sentiu-se uma “outsider”. Não considera Sylvia uma total personagem, mas sim parte da sua personalidade que não consegue demonstrar quando não está caracterizada, sendo então uma armadura e a sua parte mais extravagante. Engraçado também mencionar que Sylvia descobriu partes da sua personalidade que desconhecia desde que comeуou a atuar.

Muitas das vezes comparada a Pabllo Vittar, uma grande referência da arte drag atual devido ao grande impacto que está a ter mundialmente, Sylvia torna isso a seu favor imitando Pabllo em algumas das suas atuações – acreditem ou não, ela consegue imitar a voz da intérprete de “K.O.” quase na perfeição.

MAG

Poder dançar sem vergonha com os maiores hits da pop – esta é a premissa dos DJ set da MAG.
Para além de dar música, a Mag é enfermeira e fotógrafa, estando a desenvolver um projecto artístico no Hospital Santa Maria.
A sua filosofia de vida, tira-a de uma quote do filme American Beauty: «I guess I could be pretty pissed off about what happened to me, but it’s hard to stay mad when there’s so much beauty in the world».

CoLeGaS

O CoLeGaS – Coro Lésbico, Gay e Simpatizante da ILGA Portugal, foi fundado em outubro de 2008 e pretende através da música contribuir para uma sociedade mais inclusiva, igualitária…. e divertida!
Depois do sucesso alcançado na participação em Munique no Festival de Coros LGBTI Various Voices 2018, o CoLeGaS apresenta-se agora no palco do Arraial Lisboa Pride para um concerto na praça mais icónica de Lisboa.
Conduzido pela maestrina Rosie Brown desde novembro de 2017, o CoLeGaS promete animar toda esta praзa ribeirinha de Lisboa, com um arco-íris de estilos musicais.
Venham celebrar a diversidade com o Coro CoLeGaS!

Coro CoLeGaS

 

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