Evento

Prémios Arco-Íris 2020

Este ano, já que não nos podemos encontrar pessoalmente, levamos os Prémios Arco-Íris 2020 à tua casa, no dia 5 de março, às 21h45 no CANAL Q!

Quando anunciámos que a cerimónia se iria realizar, ainda em dezembro, não esperávamos ter que repensar o que estávamos a planear. Mas também não podíamos deixar que o novo confinamento impedisse que celebrássemos as pessoas e instituições que se destacaram na luta pelos direitos LGBTI no ano que passou.

Assim, repensámos, adaptámos-nos e chegámos à conclusão que já que não podes vir ao nosso encontro, nós podemos ir até ti. Apesar da distância, estarmos na televisão vai permitir-nos chegar a muitas mais pessoas, pelo país e até pelo mundo, e levar a nossa cerimónia onde ela nunca chegou.

Como ver?

Podes assistir na televisão, no CANAL Q (posição 101 na operadora MEO, 70 na NOS e 19 na VODAFONE) ou no teu computador, tablet ou telemóvel através do player do CANAL Q, que disponibilizará o programa de forma gratuita às 21h45 do dia 5 de março (http://qplay.pt)

Quem ganhou?

Como sempre, celebramos as pessoas e instituições que se distinguiram na luta pelos direitos LGBTI em 2020… Mas este ano fazemos suspense! 🤐

Para saberes quem vai levar o troféu para casa só tens de ver a cerimónia! 🤩 #ÉtipoÓscares

Apresentação

A primeira metade da nossa dupla de apresentação bombástica é a maravilhosa Jenny Larrue e a segunda metade da dupla de apresentação é o nosso enfant terrible Rui Maria Pêgo!

Jenny Larrue

Jenny Larrue desenvolve o seu trabalho enquanto performer, profissional de teatro e televisão e na mestria do artesanato.

Conhecemos os seus espetáculos memoráveis e que animam as noites do Finalmente Club. No seu percurso destacam-se os filmes La Petite Lola (Yolande Zauberman, 1996) e Morrer Como Um Homem (João Pedro Rodrigues, 2016), a peça Sonho de Uma Noite de Verão (Grupo Teatro Praga, 2010) e a peça Xtrórdinário (Grupo Teatro Praga, 2019), bem como as peças de revista Tropa Fandanga (Grupo Teatro Praga, 2014) e Zululuzu (Grupo Teatro Praga, 2016).

As máscaras arco-íris que animaram a cerimónia do hastear da bandeira LGBTI na Junta de Freguesia da Misericórdia no IDAHOT 2019 são da sua autoria, e o seu trabalho de figurinista pode ser visto sempre que se apresenta no palco do Finalmente.

Em 2007 ganhou o prémio Miss Transex Internacional Portugal, em 2008 venceu a categoria Dama de Honor no Miss TS UK e no Festival de Cannes de 2009 foi considerada uma das dez pessoas mais decotadas!

Em 2015 fez parte da equipa que arrecadou o Globo de Ouro para melhor peça de Teatro (Tropa Fandanda, Grupo Teatro Praga) e agora apresenta os Prémios Arco-Íris 2020, com a promessa de trazer muito brilho e todas as cores do arco-íris a palco.

Rui Maria Pêgo

Rui Maria Pêgo tem 32 anos, é aquário com ascendente em gémeos, e licenciou-se em História pela Universidade Nova de Lisboa depois de quase tantas temporadas na faculdade quanto as do programa Ru Paul’s Drag Race.

Apresentador de Rádio e Televisão desde 2008, já passou pela SIC, RTP e TVI e por estações de rádio como a Radar, a SWTMN ou Mega Hits. “Era o que faltava” é o programa que apresenta na Rádio Comercial desde 2019, tendo passado nos últimos quatro anos pelos palcos dos Teatros Trindade, Sá da Bandeira e Maria Matos, com o musical “Avenida Q”, onde interpretou “Pequeno Saúl”. O verdadeiro Saúl foi ver e até gostou.

Pelo meio, houve o mock-reality show “Filho da Mãe” no Canal Q, e um prémio atribuído pela ILGA Portugal, em 2016, depois de um coming out público que não lhe destruiu a carreira, e lhe ensinou em BOLD o que era o privilégio.
Defende que a vida é uma eterna conversa, e é uma das poucas figuras públicas LGBTI assumidas nos média em Portugal, batendo-se pela luta dos direitos humanos também no Fórum Económico Mundial, como Global Shaper.
Em 2021, espera beijar na boca sem medo e voltar ao teatro com a peça “Romeu e Julieta” com companhia independente “Filho do Meio”, onde será o sanguinário “Tebaldo”.

É a segunda vez que apresenta os Prémios Arco-Íris, e já decidiu: não vai poupar no glitter.

Identidade gráfica

A imagem dos Prémios Arco-Íris 2020 foi feita pela Ana Ana, que nos deixam esta mensagem:

“A ana ana design e estratégia de marca é feita do encontro entre a Serra e a Vicente, a designer e a copy estratega, o desenho e as palavras. Mas sobretudo é feita do encontro entre nós e vocês. Quando os problemas se transformam em boas ideias, quando os desafios nos abrem o caminho, neste processo que nos leva a lugares que continuam a entusiasmar-nos.
E quando aquilo que trabalhamos é também aquilo que nos move, ainda melhor. Como neste caso. Obrigada, ILGA Portugal, por mais este encontro.”

Troféus

Os troféus deste ano foram pensados e produzidos pelo MANICÓMIO

O troféu, que vais poder ver no dia 5 de março pelas 21h45 no Canal Q, foi desenhado pela artista Joana Ramalho e teve apoio à produção pela elements_7580.

O MANICÓMIO é o primeiro espaço de criação de Arte Bruta em Portugal, onde conjuga a criação e a aproximação das pessoas artistas residentes que experienciaram ou experienciam doença mental ao público, num único espaço de inovação e criatividade no Beato, em Lisboa.

Língua Gestual Portuguesa

Por #MuitoMaisIgualdade, reforçamos o nosso compromisso e relembramos que os Prémios Arco Íris 2020 contam com interpretação de Língua Gestual Portuguesa.

Ficha técnica

Organização: ILGA Portugal
Co-Produção: Canal Q
Apresentação: Jenny Larrue e Rui Maria Pêgo
Troféu: MANICÓMIO
Parceria: Associação rede ex aequo e Associação AMPLOS
Patrocínio: Lisboa Pride, Google, Rosário Duarte Advogados, Fujitsu, AVA Clinic
Apoios: Jungle Corner, ana ana e Pateo de Cascais
Parceria de comunicação: Câmara Municipal de Lisboa